Onde o tempo da sua equipe realmente vai.
Mede quanto tempo cada posto de trabalho passa com celular na mão, usando as câmeras que a empresa já tem. Você para de achar e passa a saber.
A imagem não sai da sua empresa. Só o número atravessa a internet. Sem reconhecimento de rosto, sem histórico de imagem, sem alerta em tempo real.
O que o sistema enxerga
O sistema acha as pessoas, recorta cada uma e procura celular na mão só ali dentro — é mais rápido e mais certeiro do que varrer a imagem inteira. A caixa verde é pessoa; a âmbar, celular em uso.
Cena simulada, com figuras desenhadas. Os números são exemplo ilustrativo — não são medição de cliente nenhum.
Quase sempre, o celular aparece na hora fraca.
É a descoberta que muda a conversa. A barra é o movimento da loja hora a hora; a linha é o tempo de celular. Onde o movimento cai, o celular sobe — e o assunto deixa de ser cobrança e passa a ser o que fazer com a hora morta.
Gráfico ilustrativo, para mostrar o padrão que o relatório revela.
O que ele não faz.
- Não reconhece rosto. Rosto é dado biométrico e muda a natureza legal da coisa.
- Não guarda histórico de imagem. Só a última foto de cada câmera, sobrescrita.
- Não manda imagem para fora. O reconhecimento acontece na máquina da sua empresa; só o número sobe.
- Não avisa em tempo real. Flagrante vira vigilância, azeda o clima e não melhora nada. O valor está na tendência.
- Não é ponto eletrônico. É indicador de tendência, não relógio.
Quer saber se funciona na sua empresa?
Depende do seu gravador de vídeo e do ângulo das câmeras. Dá para descobrir numa conversa de quinze minutos, antes de qualquer proposta.
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